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4 bandas.

23 nov

Fácil, independente e alto. Falar um pouco sobre essas novas bandas que vem jogando Demotapes e EP’s na rede, tem muito a ver com os sentimentos mais básicos da juventude, se comunicar e se expressar, não ficar parado e principalmente se divertir. A quantidade de novas bandas e novos selos é impressionante. Blogs de música publicam diariamente dezenas de novas bandas e com um pouco de tempo é possível fazer um catado de coisas boas de se ouvir. Obviamente deixa-se de lado a qualidade de estúdios e mesas de gravação para abraçar gravações em 4 canais, batidas eletrônicas, ou no melhor dos casos em estúdios baratos, porém com qualidade de produção admirável. Quanto menos instrumentos, melhor: mais barulho, menos interferências, mais fácil a produção. Duos e one man bands tem ganhado cada vez mais espaço fazendo shows na rua ou onde conseguirem tocar, e é exatamente isso, que faz com que a cena low-fi ganhe valor e respeito, mesmo agora que vem perdendo força. A gravação as vezes feitas por uma só pessoa, e distribuida em Fitas VHS que combina muito com a qualidade sonora tosca das gravações, o resultado soa autêntico e com intenções sinceras. As artes são feitas por artistas novos ilustrando bem a baixa amplitude da cena.
É isso o quê, numa era totalmente digital e sem personalidade, impressiona saudosistas de ruidos e imperfeições como eu. Deixe de lado aqui seus preconceitos com bandas experimentais e estranhas para ouvir muito barulho, distorções, melodias de baixa fidelidade com riffs grudentos e performances empolgantes. Essas 4 bandas são norte-americanas de diferentes estados, mas com algumas fortes semelhanças entre si. Todas têm cerca de 4 anos de vida e formação enxuta, que traz alguns talentosos músicos e compositores que podem ser vistos como promessas.

Dustin Payseur é o homem a frente da tranquila e melancólica Beach Fossils. Dustin fez as primeiras gravações com um gravador de 4 canais e um logic pro, gravando todos os instrumentos e escrevendo todas as músicas. Com belas melodias suaves e levemente psicodélicas tem 2 eps e um Lp lançados pelo ótimo selo Captured Tracks de NY. O primeiro LP que leva o nome da banda, é pra mim um dos melhores do ano, simples e bem feito, ótimo de ouvir do começo ao fim.
Ouça aqui.

Indo ainda mais fundo no barulho, um exemplo bem sucedido de música simples e autêntica, a banda que começou como projeto de quarto na casa dos país de Nathan Williams em San Diego, fala basicamente sobre ser vagabundo e experiências fumóficas. Teve o seu primeiro hit “So bored” em 2008 e conta hoje com dois ex integrantes da banda do recentemente falecido Jay Reatard(RIP) tendo seu último disco recentemente lançado pela gravadora Fat Possum, mesma de Black Keys, Dinossaur Jr. e The Walkmen. O disco “King of the Beach” marcou um crescimento significante da banda e foi tido como um dos destaques do ano por diversas mídias especializadas. Ótima trilha sonora pra encher a lata.
Mais.

Weekends é um duo de Baltimore formada por Brendan Sullivan e Adam Lempel que se alteram na guitarra e bateria. Muito barulho e amplificadores no talo, riffs de guitarra empolgantes e bateria suja. O recém lançado “Strange Cultures” é o primeiro LP da banda. É composts por muita distorção, efeitos de guitarra barulhentos e vocal gritado quase incompreensível, fazendo uma linha experimental que em alguns momentos lembra a frenética Lightining Bolt mais psicodélica. Diverte e empolga.
Mais aqui.

Com só o disco Demo “A spit on the face of those who don’t want to be cool”, gravado caseiramente , The Beets é outra banda do selo Nova Iorquino Captured Tracks, vai ter seu primeiro disco pelo selo com estréia em Janeiro de 2011. Não parece uma banda séria, soa como se todos estivessem tocando bebâdos, mas o resultado é um som solto, batidas simples e vocal com muita personalidade. Esse video é a melhor gravação que já escutei da banda, e mostra que coisas interessantes estão por vir.
The Beets

Aumente o volume e aproveite a semana.

Um abraço!
mau

Re-ut

29 jan

Com toda essa discussão de “sustentabilidade” aparecendo e sempre entrando em questão,  todos os objetos envolvidos na prática de pegar onda são industrializados, na maioria das vezes nada ecológicos. Tudo é praticamente descartável, na minha opinião muito mal-feitas com custo altissímo para o padrão de qualidade ali aplicado. Aí entraria nossa criativadade para fazer se desvencilhar dessa indústria e fazer você mesmo. Eu sempre admirei coisas feitas a mão, não o artesanato em sí e sua aparência, mas desenvolver objetos para seu uso próprio usando da criatividade de reaproveitar e desenvolver o novo, é único e algo incrível. Muito bem envolvido com video, surf e  sustentabilidade, Cyrus Sutton é um desses caras que constroe, corta e cola e faz seus próprios acessórios, fazendo tutoriais divertidissímos de assistir.
No site Korduroy.tv, a série Surf Sufficient mostra videos muito bem feitos ensinando desde como fazer sua própria parafina, quilhas, protetor solar a Cookies para devorar depois da nadada. Admiro demais essa cultura de “fazer você mesmo” que apareceu nos anos 80 com a moda punk com os zines e as roupas customizadas, mas na verdade acho que isso descende de uma época menos consumista e capitalista, onde o reaproveitar poupando o meio ambiente era sempre a primeira opção. 

Vale a pena perder algum tempo olhando as coisas que se pode fazer em casa, é tudo mais legal que as coisas de loja além disso você economiza uma grana.


Como levantar sua bici antiga


Protetor solar orgânico

Abraço!

Mau

Jed Noll Surfboards

2 dez

A primeira coisa que nos vem a cabeça quando falamos em Jed Noll é se o sobrenome vem realmente da Lenda Greg Noll, e sim, Jed é filho de Greg Noll.

Jed é um clássico sul-californiano, tranquilo, surfa todos os dias, sorri o tempo todo, ama o que faz. Reside em San Clemente, mesmo região onde fica sua loja e oficina de shape, há poucos minutos da loja da Lost, e próximo ao pico de Trestles. Logo que entrei na amistosa loja, uma das primeiras coisas que notei foi a lendária bermuda preta e branca de Greg, que era uma réplica, que seria lançada em poucos meses (droga!!). O lugar era um ambiente muito tranquilo, tudo limpo e novo, repleto de pranchas espetaculares. Como era verão as fish’s e merrequeiras não marcavam muito as prateleiras, mas longboards de todos os tamanhos estilos, esses enfeitavam cada canto da loja. Maioria delas com desenhos clássicos, e um linha de shape bem diferente do que estamos acostumados com pranchões no Brasil. Pranchas de 10′ a 12′ pés são comuns nas prateleiras, para os adeptos de “log rides”.

A loja realmente não era o mais legal dali, o que realmente valia a visita, era um pequeno museu atrás da loja, que era repleto de shapes históricos e algumas relíquias, como a prancha que Greg surfou a lendária onda de 60 pés, que apesar de não existir registro desta, o swell deixou muitas testemunhas e virou uma lenda.

Entre histórias de fotos , aulas de shape que passaram de pai pra filho e como as pranchas de Greg evoluíram para surfar as bombas que o “Da Bull” estava acostumado, Jed se mostrou um cara totalmente a vontade com o sobrenome que carrega e não muito preocupado em seguir os passos do pai para fazer história, e ser acima de tudo um shaper de primeira e um cara legal.

Abraços!

Mau

Drifter

19 nov

Junto ao meu bom amigo Ovelha, vulgo Felipe Baracchini, eu consegui assistir The Drifter há mais de um mês atrás, até mesmo antes da pré-estréia mundial. Como um bom amante de cinema, e de surf, eu não podia deixar essa passar…Mas vendo antes da maioria ou não, The Drifter é um realmente um daqueles filmes imperdíveis, e merece ser visto na tela grade.

Rob Machado é um surfista especial, fora ou dentro do mercado ou da água, o que mais marca é sua simplicidade, e estilo inconfundível. O filme estrelado por ele, interpretando, bem, acho que ele mesmo, fala exatamente sobre isso, sair do familiar sozinho deixando o conforto de lado e ir atrás do desconhecido. Até aí, nenhuma novidade, buscar a “alma” tem sido o foco da maioria dos produtos relacionados ao surf, e surfistas que estão fora do tour e competições tem ganhado cada vez mais valor e atenção do mercado.

Muito além disso, The Drifter inova, constrói uma ficção quase documental sobre a fuga de Rob, podendo ser contemplada até mesmo por pessoas não familiarizadas com o Surf. Segundo o Diretor Taylor Steele, ele realmente passou muito tempo sozinho, até mesmo acampado longe da equipe em alguns momentos, viveu algumas das situações que depois foram reproduzidas e filmadas. A busca de Rob se inicia em Bali, onde percebe que ali a força do surf já virou produto e os line-ups e bangalôs já abarrotados criam uma atmosfera menos mágica do que se pensa sobre o lugar. Saindo de Bali, aluga uma moto para dirigir sem destino, com somente uma mochila com barracas e pranchas (ridiculamente pequenas). Vive sozinho, interagindo com os locais, onde, sem nada, se sente mais livre que nunca. O filme tem cenários incríveis, captando bem lugares da Indonésia desconhecidos. As cenas de Surf não são massantes e não são maior parte do filme, são poucas e intensas. Tubos e tubos em cima de uma minúscula 5’6 (ou algo bem perto disso) com trilhas sempre pertinentes. A produção é fantástica, fotografia impecável, qualidade de imagens de altissímo nível, já que o filme foi filmado em grande parte com as câmeras RED, uma das últimas tecnologias em câmera de cinema digital.

O diretor Taylor Steele começou pequeno, fazendo filmes de surf com baixissímos orçamentos, acreditando em caras que não eram os maiores (como o próprio Rob) e finalmente chegou aqui, onde Steele passa a ser um diretor de cinema, conseguindo parceria com a gigante Warner Bros, celebrando um dos maiores surfistas da atualidade e fazendo um ótimo produto, com surf como tema, mas mantendo o que ultimamente todo mundo quer ver, “soul surfing”.

Bom Feriado, abraço!
Mau

Vasconcellos, Machado, Ovelha, Mau (eu).

Vasconcellos, Machado, Ovelha, Mau.

A arte de perder.

5 nov

Recentemente fiquei sabendo do blog do surfista Dane Reynolds. O Dane é um dos surfistas que eu mais admiro ultimamente, tem uma atitude “foda-se” muito diferente da maioria dos caras que se matam para ganhar e aparecer no tour. É low profile apesar de toda a expectativa que se tem sobre o surf dele, e além de tudo surfa como ninguém, unindo tantos estilos que fica difícil de dizer a qual escola pertence se não a mais interessante e inovadora já vista no surf de competição. Mas seu blog mostra que, além disso, tem outros talentos, tira boas fotos, faz filminhos interessantes, e tem referências peculiares.

Há algum tempo, surfistas passam a ser respeitados não só pela sua habilidade em domar massas de água, por se colocar em situações de risco. Jack Jonhson acho que foi um dos primeiros a aparecer na grande mídia como surfista, mas fazendo música e filmes, ambos de muita qualidade. Depois dele lançou-se uma tendência, de surfistas com conteúdo. Muitos apareceram, apesar de estarem sempre ativos como surfistas: Tom Curren é um guitarrista incrível, Ozzie Wright mostra seu estilo tosco nos desenhos e pinturas, os Malloys são documentáristas e filmakers, Tim Curran está lançando uma carreira de músico solo, assim como já fez Donavon Frankenreiter e por aí vamos, a lista cresce. Não é de hoje que os esportistas migram de uma carreira para outra. No skate percebo a mesma coisa: skatistas profissionais fazem marcas como steve Alba, viram atores como Jason Lee, músicos como Tommy Guerrero. Será que depois de ser pago para fazer o que mais se ama, perde-se o encanto? Será só uma questão de evolução, ou simplesmente mudança de ares?

Nada disso. Na verdade creio que todos nascem com um talento para se expressar artisticamente, mas descobrem ou desenvolvem este dom com o tempo. O que mais me interessa nisso tudo é que geralmente eles não desapontam, todos os citados são bons no que fazem. Aliás, muito bons. Não podemos estimar que isso se deve à quantidade de contatos ou à exposição num ambiente extremamente criativo, envolto de contatos essenciais para uma carreira artística. Talvez isso somente acelere o processo. O esporte, qualquer que seja, ensina muito sobre disciplina e a convivência em sociedade e, no caso do surf e skate, ensina uma expressão pessoal única, uma éspecie de polimento de estilo que poderia ser aplicada em diversos outros casos, diferentes de qualquer outro esporte. São esportes praticados por jovens, e se tornam a expressão de jovens, assim como o rock, este, uma importantissíma expressão que quase sempre vai contra os princípios da sociedade, pois é repleta de rebeldia. Quem frequenta shows de rock, festivais, sabe muito bem do que eu estou falando.

Quando você tem a possibilidade de fazer viagens ao redor do mundo, em lugares que são destinos comuns para surfistas, mas completamente estranhos para 90% do resto da população não-surfista, vagando por cidades e explorando pedaços de concreto, é fácil falar que você está pensando e vivendo diferente da maioria da população. Ao invés de prestar atenção nos carros e nas vitrines, a cabeça fica presa a sua constante evolução de estilo, um refinamento quase sem fim. Com isso, tudo além fica borrado. Eu penso: a maioria das coisas fica sem graça depois que você pula uma escada de 10 degraus sem cair e arrebentar os dentes, ou fica em pé numa onda de 2 metros (a descida geralmente tem o dobro disso) que quebra sobre poucos centímentros de pedras sólidas num deserto estranho longe de seu país, ou pinta uma parede enorme, sabendo de todos os riscos, entre eles ser esculachado, pintado e até preso pela polícia. Essas atividades são cada vez mais desafiadoras. Completá-las, sobretudo, cada vez com mais estilo e perfeição, torna-se uma obsessão, evolução é sempre o objetivo.

A busca pelos meios de expressão e a pela evolução se dá digerindo documentos, fotos, trilhas e filmes de indíviduos mais evoluídos, que dominam a fina arte de se expressar sobre um prancha e os que documentam de uma forma sensível e expressiva. Esses são uma espécie de material de estudo para sua ciência do esporte, que toma conta e controla sua vida. A partir daí, fica fácil entender a quantidade de envolvidos neste ambiente, filmes de surf e skate, marcas de roupas, fotógrafos, trilhas sonoras, e ainda um mercado para tudo isso, uma demanda de material de estudo, composta pelos menos experientes e ávidos por mais imagens que aceleram o coração, inspiram.

Cria-se uma contra-cultura, que não nasce nas salas de aula, faculdades, enciclopédias. Cresce na rua, no mar, indo pra escola, voltando da praia, tocando com os amigos, reunindo bandas e fazendo eventos independentes. Nasce a partir de uma vivência, dedicação e sobretudo um estilo de vida, que geralmente não condiz com os padrões impostos pela sociedade e não consome os produtos anunciados pela publicidade. Ali, os apaixonados praticantes, que na maioria são adolescentes, alunos do fundão, pouco interessados no estudo que não tiram o fone de ouvido e não param de desenhar nas carteiras, têm finalmente a chance de mostrar seu outro lado, de talento e habilidade.

Recentemente (mas não tanto) uma mostra de arte que reuniu nomes do skate, surf, grafitti, música e tudo mais que se aprendeu na vivência de fazer o que mais se gosta, foi aplaudida de pé pela crítica de arte mundial, e promoveu para o grande público alguns velhos conhecidos de quem sempre assistiu clipes, filmes de surf, skate e grafitti. Entre eles, Ed Templeton, Spike Jonze, Harmony Korine e Thomas Campbell. Esta mostra saiu da California, cresceu e viajou o mundo, virou filme e ainda promove os integrantes cada vez mais.

Mas ainda é difícil pra mim explicar o que eu quero da vida quando só penso em surfar, andar de skate e desenhar, ao invés de procurar um emprego comum de 10 horas por dia num escritório sem janelas. O que eu realmente recomendo; é mais fácil comprar um livro do Kelly Slater, trabalhar num emprego desestimulante e surfar de vez enquando só para se sentir menos morto.

http://www.beautifullosers.com/

http://www.marinelayerproductions.com/

Abs

Mau

 

 

Simples e eficaz

18 jun

Quantas vezes você já se enroscou no leash e deixou aquela onda boa passar, caiu de cara, ficou enrolado ou tropeçou tentando desenrosca-lo. Eu tenho boas cordinhas, e mesmo assim sempre tenho esse problema, talvez porque me mexa demais, ou seja apressado pra remar, o problema é que, mesmo gastando uma graninha com cordinhas, isso tende a se repetir. Essa cordinha possui um sistema muito simples, mas que na minha opinão como surfista e designer, é bem legal.

Um pesinho no leash o deixa sempre esticado, e parece resolver o problema, como não tem leashs da XM por aqui, acho que vale a pena  usar um “jeitinho” para resolver essa.

 

Foto: Mark Anders

Foto: Mark Anders

Picture 10fonte: surfline.com

Abs

Mau

Epic shots!

8 jun

Vi esse blog através de outro, do shaper Felipe Siebert, e não tinha como não compartilhar.
É uma imensa coleção de imagens antigas e organizada dos anos 70, 60 e 50, de grandes atletas e fotógrafos, todas com nome, data local. Atualizada constatemente.
Épico…

Osío in Blue

Abs!

Mau

2 Filmes

2 jun

1
180 South é o novo projeto dos Malloy, o objetivo é retraçar uma aventura feita por dois amigos em 1968 que sairam de Ventura, Califórnia desceram rumo sul, até a Patagônia, onde ajudaram na preservação do lugar que hoje é um parque ecológico de 2.000 acres.

2
Hanging Five documenta a vida e a arte de artistas como Wolfgang Bloch, Julie Goldstein e Alex Knost, mostrando o papel do surf na vida destas pessoas.

Ansioso pra assistir, e vocês?!

Abs
Mau

Sean Davey profile

9 mai

É difícil julgar ou comparar fotógrafos, mas seria muito injusto não classificar Sean Davey como um dos melhores fotógrafos de surfe da atualidade. Nessa entrevista fala um pouco da sua carreira e algumas histórias nos vários anos (quase 30) trabalhando como fotógrafo de surf.

Trigger Happy – Sean Davey Profile from Tim Bonython Productions on Vimeo.

Mais sobre Seandavey

Abraço e bom fim de semana!

Mau

Prancha de papelão.

4 mai

Mike Sheldrake é um longboarder com algumas habilidades em matemática e programação, e o primeiro shaper, ou melhor, construtor, a fazer uma prancha oca de estrutura de papelão. Usando um programa de corte 2d, fez uma estrutura que se encaixa como um quebra cabeça, e depois é laminada com fibra de vidro e resina, como uma prancha comum. O resultado é bem interessante, e estou bem curioso para botar uma debaixo dos meus pés, e em cima de boas ondas diferentes destas que aparecem sendo surfadas no site. Os kits de estrutura de papelão são um pouco salgados, variam de U$196 e U$420 dependendo do modelo, e podem ser comprados no site. No mínimo, bem interessante.

picture-112http://www.sheldrake.net

Abs, 

Mau


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