
Esse é um post sobre saber escolher. Acima de tudo, escolher estar na água. Mas também sobre a vida e as outras escolhas.
Meu primeiro longboard Neco Carbone foi um caso de amor instantâneo e irremediável.
Por 7 anos ela foi a prancha perfeita. Até que começou a mudar (ou será q fui eu?).
“Bem que ela poderia ser de epóxi. Mais leveza ia dar uma pegada mais progressiva… E bem que ela poderia ser um pouco mais rápida… E melhorar um pouquinho o concave da rabeta e bla bla bla”…
Levei a prancha a outro shaper bacana, o Daniel Aranha. Fizemos um scan minucioso na prancha. Nenhuma medida podia se perder. Aquela encarnação iria fatalmente sucumbir ao tempo, mas eu estava apegado. Cada assinatura do shape tinha que ser registrada pra não se perder.
Eu ia fazer o transplante da alma da prancha que eu amava, para um corpo novinho.
E foi aí que começaram os problemas. (mais…)






