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Donavon – Mustache Manifesto

28 jul

Participação em real time do artista Jay Alders no clip novo do Donavon.

Baladinha no outside

16 ago

Se aqui vc planeja fazer um surf noturno, ou torce pra ter aquela lua cheia de fazer até sombra, ou então seleciona uns 5 ou 6 amigos com carros e um pico que dê para chegar com eles bem próximo da água e acende o farol alto, rs.

Brincadeiras à parte, são raras as oportunidades em que conseguimos ficar no outside depois da última luz do entardecer – salvo quando vc não consegue pegar a “saidera”. Mas na Califa o pessoal não pára de inovar e mais uma vez fiquei de cara com a estrutura que eles tem, ou então criam, para viabilizar as coisas mais loucas e diferentes. Noticiado originalmente no site/blog da SURFER e tb da Hurley Brasil, onde tomei conhecimento, os surfistas Donavon Frankenreiter, Yadin Nicol, Kamalei Alexander, Pascall Stansfield surfaram o famoso pico de Lower Trestles durante a noite. Com pranchas que brilham no escuro shapeadas com neon por Jeff “Doc” Lausch, outras com lanternas acopladas e outras traquitanas para auxiliar na iluminação, a galera fez a cabeça num dos picos mais famosos da califórnia e sem crowd. Acho que essa session rolou em 2008.

Aloha

Na balada com Mr. Frankenreiter

24 nov

Tive a sorte de estar em Curitiba no feriado, quando o circo da Almasurf passou por lá, trazendo consigo ninguém menos que Donavon Frankenreiter. Pedi pros caras uns convites e fui presenteado com providenciais entradas de camarote, com uma possibilidade de backstage no final. Yeahhhh

O Festivalma itnernante, em clima de turnê, aterrisou na sexta pra entrar  junto do set do festival Lupaluna. Eu e a Fer chegamos no festival em cima da hora, junto com os chuviscos – q iriam durar a noite toda. Atravessamos alguma lama pra chegar no palco principal, que tinha acabado de ser deixado pelo Fresno. Ao contrário dos ocupantes anteriores com seu batalhão de roadies e atitude emo-poser, o Donavon entrou naquele palco gigante, meio desorientado, com o cabo numa mão e o violão na outra. Meio q fingindo ser invisível, ligou o amplificador, plugou a viola, afinou as cordas,  se acomodou e começou a dedilhar. Virou-se pro baixista e o tecladista, meio que falando “olha só o q eu tô fazendo, vamos tocar desse jeito ó” - e começaram tocar, como se estivessem na sala de casa. Puta clima.

Depois do show, foi só contornar fileiras sizudas de seguranças até o backstage (Tks Ovelha!). Chegamos e descobrimos um cara divertido e simples. Sorridente e doidão, lá estava ele tentando dar atenção pra todo mundo. E de repente lá estava eu, trocando  uma puta idéia com o Donavon sobre guitarras, o seu filme novo etc. Foi quando ele perguntou: “estamos indo pra um bar, vcs querem ir junto?”

No bar, entre papo e alguma cerveja também com o resto da banda, nos juntamos a uma platéia de privilegiadas 15 pessoas, q viu um show tão particular quanto acidental no bar Ambiental. Quem tava lá por acasou custou a acreditar, quando o cara subiu no pequeno palco e começou a tocar músicas do Creedence e outras velharias… Enfim, q experiência.

Special tks aos brothers da Almasurf.

Aloha, Zé!

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