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Jaws Windsurf: Kauli, Brawzinho, Naish e Polakow

1 ago

Peahi, Maui 15th March 2011 from umi pictures on Vimeo.

via Umi Pictures

Dia nacional do bate-volta

17 set

“5h01 da manhã. As pessoas acordam empolgadas, tomam um café rápido, colocam seus equipamentos no carro e dirigem para praia (ou represa). Lá praticam o seu esporte com um sorriso no rosto, por mais que tenham dormido menos de 6 horas na noite passada. Nesse dia é feriado e todos estão celebrando o entusiasmo que o bate-volta proporciona.”

Imagina como seria se existisse um dia nacional do bate-vota.

 

É claro que seria impossível, não só pela dificuldade em si de se criar um feriado, mas também porque não existe previsão de um dia exato do ano que tenha ondas boas pelos próximos anos consecutivos. 

Contudo, se existisse um dia parecido com esse, ele seria o dia 18/9, o próximo sábado. Nesse dia haverá boas ondas no litoral brasileiro como também no resto do mundo. E todos os integrantes desse blog estarão na água, seja surfando, praticando windsurf ou SUP em qualquer lugar do mundo que eles estejam.

Portando eu convido a todos a fazer um bate. Esqueça problemas e compromissos que tenha, faça um bate por você e pelos momentos de alegria que o surf nos proporciona. Mande fotos e vídeos do seu dia de bate para o blog, contato@bate-volta.com

Lembre-se, sábado é feriado. É dia de celebrar. É dia de bate-volta.

gui+salgado

EM CIMA DA HORA – kite na Ilha do Guajirú e Jeri

9 set

Temos uma convidada no Bate-Volta. Tati Saccomanno, amiga kitesurfer, faz um relato da sua recente kitetrip pelo Ceará durante a entrada da primavera:

Sem grandes expectativas e programações, dia 03 de agosto às 7am, acordo, preparo o sarcófago, 2 kites ( 9 e 12 ) uma prancha, biquinis e vestidinhos , havaianas e protetor super waterproof 50. Fortaleza, lá vamos nós. Desembarco ao meio dia, carro e GPS no celular, primeira parada: Paracurú; o lugar sensacional, todos velejando numa quina da praia, me lembra São Miguel do Gostoso, um bar de frente, vários gringos e 25 nós garantidos…. Velejamos das 3 às 6pm, e continuamos nossa viagem para a Ilha do Guajirú. (mais…)

Ilha do Guajirú, CE

20 ago

windsurfing

Não é todo dia q a gte descobre um paraíso novo. Dêem uma olhada na Ilha do Guajirú, Ceará. É um pico flatwater, ideal pra kite e wind freestyle.

www.ilhadoguajiru.com

Guarapiranga – Praia Paulistana

5 ago

Foi um longo julho sem posts, mês de mto trampo pra alguns dos autores desse blog. Já pra outros, foi mês de morar um pouco na praia e viver muito dentro d’água. Enfim, vamos voltando aos poucos…Segue uma matéria q escrevi sobre bate-volta na Guarapiranga e crossover boardsports publicada na Revista da Tent Beach Inverno/09. Fotos de Alê Barros.

Aloha! Zé

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A represa de Guarapiranga, na Zona Sul da cidade de São Paulo, é onde os ritmos da natureza e da cidade acelerada se cruzam. Não importa a condição do tempo ou a estação do ano, para quem quer curtir as forças naturais em cima de uma prancha esse energético lugar tem à disposição um eclético cardápio de boardsports. Kitesurf, wakeboard, stand-up paddle, windsurf, lazer, água ou curtição. Qual a sua pedida?
(mais…)

As coisas mais importantes são as que ninguém ensina

28 abr

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A vida civilizada deixa pouco espaço livre para a criatividade. Estamos sempre pisando nas pegadas abertas por alguém. Não há nada que já não tenha sido previamente classificado: se vc viaja pra longe, vai dormir no quarto que alguém construiu pra ser dormido por muita gente, e repete a história de cada cretino que já dormiu ali. As estradas já estão abertas há tempos. Os picos de surf, então… E aquela música que vc ama, também foi composta pra ser um produto feito sabão em pó. Uma multidão já ouviu tb. A toda hora é aquela sensação de deja vu. Descobrir que o Tyler Durden já passou por aqui.

Somos gado andando entre as opções de baias do frigorífico. Vamos de uma à outra. Graminha aqui, ração ali. Aí enjoa, e vamos à próxima. Cuidado pra não entrar na fila do abate. (mais…)

A abençoada divergência

27 mar

 

 

To um pouco entediado ultimamente então, inevitavelmente, comecei a pensar umas coisas sobre surf, mundo, vida e tudo mais e aí resolvi colocar aqui pra ver o que vocês acham e tal.

 

Eu to lendo um livro que fala sobre marcas, Darwin e evolução. Bom, o assunto especifico do livro é uma outra questão, mas o ponto que eu quero levantar é que graças a Deus o mundo evolui, e cada dia que passa existe alguma coisa nova a disposição.

 

Dito isso, agora vamos destrinchar melhor.

 

A teoria de Darwin diz que as espécies vão evoluindo por meio de seleção natural, se adaptando ao ambiente que vivem. Logo, as espécies vão se divergindo cada vez mais.

 

Um exemplo resumido: Para Darwin existiu o tubarão propriamente dito e, dependendo do lugar que viveu, ele foi se adaptando. Hoje existe o tubarão martelo, tubarão branco, tubarão baleia, tubarão tigre. Todos eles foram divergindo formando sempre algo novo.

 

Isso não aconteceu só com nosso amigo dos mares, foi com todas as espécies da terra. E essa divergência acaba criando outras espécies e não só diferentes tipos dentro da mesma espécie. Essa evolução continua eternamente.

 

Mas beleza, o que essa porra tem a ver com surf?. Mas vamos lá.

 

Como surgiu surf?

surfAlguns caras que moravam em ilhas no pacifico que tinham se alimentar. Eles só sabiam pescar então, saiam com seus barcos (que eram troncos de madeira) para pescar. Na volta, eles deslizavam pelas ondas e começaram a curtir. Aí fizeram a prancha, foi pro Havaí e virou conhecido no mundo todo.

 

Podemos dizer que o surf foi o primeiro esporte com prancha a surgir. Mas o mundo diverge segundo Darwin. Então, o que aconteceu?

 

skateUns malucos californianos que gostavam tanto de surfar decidiram que queriam surfar até na terra. Aí criaram o skate.

 

snowboardOutros malucos pensaram “Nossa, se dá pra surfar na terra, por que não daria pra fazer isso só que na neve?” Aí veio o snowboard.

 

kite surfUns caras mais doidos ainda perceberam que dava para ser rebocado por uma vela em uma prancha. Aí veio o windsurf. Outros pensaram, não precisa ser só por vela, pode ser por uma pipa, e veio o kite.

 

Além disso tudo, ainda existe a divergência dentro das categorias. Skate long, skate semi-long, skate vertical, skate street e por aí vai em cada um deles.

 

E o mais legal é que essa divergencia nunca para.

 

Amanhã podemos ter mais coisas mais legais ainda.

 

Minha dica é: vamos aproveitar!

 

Abs

Gui+salgado

Bate-volta na represa

13 jan

Revista Veja São Paulo - 12 jan 2009

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Guarapiranga, no sul da cidade, não é apenas ponto de encontro de paulistanos velejadores ou que praticam esportes radicais como wakeboard. Nos clubes e escolas instalados em toda a sua costa, é possível fazer um passeio de barco por 7 reais, alugar uma lancha por 50 reais ou aprender windsurf por 415 reais. Diversão, ainda que na água doce, é o que não falta por ali. (mais…)

Brasil é tri mundial de wave windsurf

9 dez

Tava devendo um post sobre isso, mas vale a menção. Afinal pouca gente sabe. Mas nesse país onde quase ninguém veleja nasceu o agora TRI campeão mundial de windsurf nas ondas Kauli Seadi. O cara tá no topo, quebrando a vala. O cara surfa muito está revolucionando o wind wave, trazendo manobras cada vez mas verticais e agregando ao esporte algo que pra mim parece uma influência do skate aplicado ao wind.

Pra evoluir as manobras começou a mexer no equipamento, inovando os shapes das pranchas e velas. Ele foi quem introduziu no ano passado o wind com biquilha, que agora todo mundo no circuito tá usando, pra conseguir copiar as manobras dele. Esse know how + os 3 títulos, justificaram esse ano uma troca de patrocinador a peso de ouro. Q fase pra ele e pro wind no Brasil!

Aloha, Zé

Bate-volta sem sair de São Paulo

12 set

Interessante como três esportes tão parecidos convivem tão pouco. Quem veleja de kite e windsurf hoje normalmente já teve no passado alguma experiência no surf. A imensa maioria dos surfistas, por outro lado, nunca cogitou velejar. E no meio desse caminho estão os mais felizes. São os que aproveitam ao máximo as diferentes condições que a natureza oferece, e alternam entre o velejo e o surf, dependendo da qualidade do vento ou das ondas.

Pra você que é surfista, seguem algumas razões pra se iniciar nos esportes de “energia eólica”:
- Você ganha uma alternativa de diversão a mais na água.
- Não tem crowd. Entendeu? Crowd: não mais.
- Depois que evoluir no esporte, você já sai na frente pra praticar a melhor variante do kite/wind: velejar nas ondas. Remar? Não mais.
- No Litoral Norte de SP, quando a condição predominante é de Nordeste, não rola muita onda. Mas na Ilhabela tá bombando o melhor vento que você pode achar.

No wind e no kite também tem bate-volta. E pra quem tá em São Paulo, rola um bate-volta estratégico, que pode durar um dia, uma tarde ou até um almoço no meio da semana. Pico: Represa de Guarapiranga.

Onde rola: Clube BL3 – mais perto, na face rasa da represa. Tem menos estrutura mas tem condição mais favorecida pra quem quer começar o kite. Tempo Wind Clube – mais distante, mas na face mais funda, verde e bonita da represa. É o clube com mais estrutura, e rola um almoço bacana lá mesmo. Recomendo pra quem quiser aprender.
A água: não é suja. Dá pra velejar sussa. Só não dê uns goles e tome banho depois.
O vento: melhor época de Julho a Novembro. 12 a 15 knots de vento nas frentes frias de Sul, e nas lufadas de vento Nordeste que acontecem logo antes das frentes. E aqui é igual ao surf: olho na previsão. Olho no windguru.

Bons Ventos

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